Emicida anuncia turnê do disco “Emicida Racional Vol.2 – Mesmas Cores & Mesmos Valores” e promete transformar o novo álbum em uma experiência intensa e imersiva nos palcos brasileiros. Realizada pela 30e e apresentada pelo Itaú, a série de shows estreia no dia 30 de abril, em São Paulo, e passará por outras grandes capitais ao longo do ano.
O projeto nasce a partir do disco Emicida Racional VL 2 – Mesmas Cores & Mesmos Valores, trabalho em que o artista dialoga com a obra dos Racionais MC’s para construir novas narrativas e reflexões. Agora, o conceito do álbum ganha forma ao vivo, ampliando a conexão entre artista e público.
A Emicida Racional MCMV Tour começou em abril de 2026 e já passou por São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, Brasília e Porto Alegre, entre outros compromissos. A agenda atualmente divulgada pelo artista traz estas próximas datas:
Emicida Racional MCMV Tour.
- São Paulo — 30 de abril — Espaço Unimed
- Rio de Janeiro — 16 de maio — Vivo Rio
- Curitiba — 27 de junho — Igloo
- Recife — 22 de agosto — Classic Hall
- Belo Horizonte — 5 de setembro — BeFly Hall
- 22 de agosto — Recife/PE — Classic Hall
- 5 de setembro — Belo Horizonte/MG — Arena Hall / BeFly Hall
- 12 de setembro — São Paulo/SP — Festival Coala, Memorial da América Latina.
- 17 de outubro — Natal/RN — Festival Mada, na Arena das Dunas.
- 31 de outubro — Campinas/SP — Multi Arena.
- 7 de novembro — Salvador/BA — Festival Afropunk.
Atualmente, Emicida segue na estrada com a Racional MCMV Tour, baseada em seu trabalho mais recente, e ainda tem apresentações confirmadas em Recife, Belo Horizonte, São Paulo, Natal, Campinas e Salvador até novembro de 2026. (Agenda atualizada em 17/08/2026)
Conceito da turnê conecta rap e relatividade
O nome MCMV, além de representar Mesmas Cores & Mesmos Valores, também faz referência ao número romano de 1905 — ano da publicação da Teoria da Relatividade de Albert Einstein. A proposta da Emicida Turnê é transportar essa ideia para o palco: cada show será uma experiência única, relativa à vivência de quem assiste.
Segundo Emicida, o espetáculo propõe um novo conceito de “rep” — escrito com E — reforçando a noção de ritmo e poesia como experiência sensorial e emocional.
Repertório mistura novo disco e clássicos da carreira
Com direção musical do próprio Emicida, produção de Fejuca e coprodução de Damien Seth, o show percorre as faixas do novo álbum, incluindo “Finado Neguim Memo?” e “Us Memo Preto Zica”, além de revisitar diferentes momentos da carreira.
O repertório deve incluir músicas desde a mixtape Pra Quem Já Mordeu um Cachorro por Comida, até que Eu Cheguei Longe… (2009) até o aclamado AmarElo (2019), com novos arranjos e interpretações.
“Conseguimos fazer um álbum incrível e, embora o resultado final seja fantástico, o que vivenciamos no estúdio foi transcendental. Mas nas gravações é uma experiência intimista, para poucos e, justamente por ser dessa forma, permite tanta sensibilidade. O que pretendemos fazer com esse espetáculo é levar ao palco esse nível de emoção. Mais do que uma analogia divertida com a Teoria da Relatividade, queremos que essa equação seja parâmetro para alcançar o máximo que um MC pode ser no palco e elevar isso ao quadrado. É igual a um MC ao quadrado. Por meio dessa premissa e, com ela, vamos passear por toda a jornada a partir da sabedoria e da técnica de hoje. Novos arranjos, novas interpretações, mas com o mesmo propósito. A ‘Emicida Racional MCMV Tour’ nos desafiou a olhar para tudo que já fizemos no palco e ir além!”, diz Emicida.
Estrutura do espetáculo amplia a emoção do estúdio
Emicida define a Racional MCMV Tour como uma tentativa de levar ao palco a mesma intensidade vivida no estúdio durante a gravação do álbum. A proposta é elevar a performance do MC a um novo patamar técnico e artístico, combinando emoção, conceito e narrativa visual.
A produção do evento destaca o desafio de traduzir a complexidade do disco para o formato ao vivo, utilizando recursos criativos e tecnológicos para ampliar a experiência do público.
Mais do que divulgar um novo trabalho, a Emicida Turnê também funciona como homenagem aos Racionais MC’s e às gerações que construíram o rap brasileiro. O espetáculo é apresentado como um gesto de gratidão e continuidade histórica dentro da cultura hip hop, conectando passado, presente e futuro no mesmo palco.






